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¡Haz clic para frenar la nueva amenaza a la libertad de Internet!

Un nuevo tratado global, ACTA, podría autorizar a las corporaciones a vigilar todos nuestros movimientos en la web. La semana pasada contribuimos a frenar leyes pro-censura en EEUU. Si actuamos ahora, podemos lograr que el Parlamento Europeo entierre esta nueva amenaza. ¡Únete! -
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Curiosidades: um tempo atrás um amigo havia me indicado a leitura de Coma Reze Ame (e eu tinha começado e como sempre, havia deixado de lado!). Pra viagem queria uma leitura menos acadêmica e mais simples e acabei resgatando-o! Como vim parar de gaiato nessa cidadezinha, e tinha que me entreter durante umas 6h, decidi trazer o livro para ajudar a matar o tempo! Até agora algumas coisas engraçadas tem acontecido, mas o curioso é que foi no livro (que por certo é uma história demasiadamente femenina!), foi que aprendi a origem do italiano que se fala por aqui! Diferentemente de outros idiomas: francês, espanhol, português, por exemplo, o italiano falado na atualidade é fruto de uma escolha “deliberada” e não uma língua “imposta”, como as outras citadas!
A propósito, a cidade se chama Salsomaggiore Terme ( uma cidade com termas bastante conhecidas por essas bandas de cá; e onde se celebra todos os anos a final do miss Itália), onde pude desfrutar de uma pizza deliciosa de cogumelo (que eu detesto e por não saber o nome, pedi por engano e tive que ir tirando) e tomei um sorvete único de doce de leite (branco)!
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Untitled
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Sexta é dia de…
Duas iniciativas interessantes que vi aqui na rede, através do meu #PLE e que comentarei logo em seguida, mas antes quero explicar que sim, meu #PLE começa pelo meu twitter, afinal é a prancha com que surfo nesse mundo virtualizado. Mais que um grande RSS, penso que o twitter traz consigo uma informação já filtrada, afinal com os tuiters ou os retuiters daqueles que sigo, encontro uma informação muito próxima daquilo que me interessa ou exatamente o que preciso para me ajudar nas questões profissionais/acadêmicas. Com isso posso seguir teóricos, pensadores, estudiosos, formadores de opinião, divulgadores, etc. Uma infinidade de pessoas que, como em um formigueiro, vão disponibilizando seu tempo, suas idéias e suas ações em busca de soluções, saídas, estratégias, etc., para a construção de uma rede mais colaborativa e socializadora. Às vezes, quando você menos espera um desses bambambãs te retuitam ou te mandam um oi. Coisa que seria praticamente impossível se não fosse a tecnologia que, ainda que nos segregue, também nos une. Mas o mote do post não é esse, na verdade queria falar dessas duas ações que já estou me apropriando (e repito, não há nada de novo no que vou falar em relação a elas) e vou tomar como ações pontuais às sextas-feiras.
Uma delas é a famosa #FF no twitter, onde pessoas recomendam aqueles que acreditam ser interessantes de serem seguidos. No meu caso substituirei por #FW (Friday Welcome), ou seja, meu dia de agradecer às novas pessoas que estão me seguindo, muitos sequer falam/entendem português (ainda que a maioria dos aplicativos dão aquela “mão na roda” e traduzem sofrivelmente os 140 caracteres, mas que ajudam bastante a entender os que essas vozes estão querendo ecoar), mas acho que assim como eu, eles acabam dando uma espiadinha em alguma coisa que tuito.
Sugiro a leitura desse post sobre #FF.
Outra ação interessante se refere a uma tuitada do Tim O’Reilly (@timoreilly), que eu fui espiar, relativa ao post Less 365 do blog de Randy Redding (@rr). O lema do post é que durante os próximos 365, a partir de 1 julho, o autor vai “eliminar” algo que acumula em sua casa. O inusitado aqui não é o fato de eliminar (que pode significar: doar, reciclar, ou simplesmente jogar fora mesmo, etc.), uma vez que já fazemos isso; para mim o mais interessante é que ele se propõe a fazê-lo diariamente.
Particularmente não sei se sou tão disciplinado assim, mas aproveitando a onda do #FF, ou melhor #FW, vou tentar implementar alguma coisa nesse sentido, sendo as sextas o dia da “desova” (#FW – Friday Spawn, soa feio ou estranho?). Ainda que não consiga realizá-lo com frequencia, uma coisa tenho em mente: para cada coisa nova que entra, uma “não útil” tem que sair. Uma vez ouvi alguém dizer que para que o novo pudesse entrar, era preciso tirar o velho (nesse caso o velho podemos traduzir como o desnecessário, o acumulável e o inútil). Acho que o ideal é não ceder à tentação de comprar por comprar (missão quase impossível em uma sociedade do consumo) e tentar dar um sentido útil às coisas que ficam empoeirando, ocupando espaço e, sobretudo pesando quando se vai fazer mudanças (eu que o diga!).
E pra você, como seria o seu dia de “ação de graças”? Pode ser qualquer dia, o mais importante é que sua ação realmente faça a diferença.
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Citilab
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Um excelente exemplo de #PLE e #lifelonglearning. Um senhor pesquisando receitas que seguramente vai prepará-las! (O prato será objeto de avaliação ao tempo em que representará também o resultado do conhecimento adquirido.).
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Noites insones

Mais uma vez sem sono e isso realmente tem me preocupado, porque reflete no desempenho do dia seguinte: acaba sendo catastrófico. Vou aproveitar então pra escrever alguma coisa aqui.
Quero falar de música. Tenho uma relação muito especial com ela. É meu oxigênio, minha religião, meu prazer à potência máxima! Música me relaxa, me leva à outras possibilidades, me dopa. Sem dúvida a minha VIBE.
Como uma gastronomia auditiva, gosto de experimentar sonoridades ainda que tenha minhas predileções, meus afetos musicais. Às vezes sou estrito, e não paro de ouvir os meus clássicos, à exaustão! Torro o player! Mas também, admito, o derreto com o novo. É o que tenho feito ultimamente com algumas coisas que descobri “por acaso” e tenho me deliciado.
Espero que quem leia ou acompanhe também possa se deixar seduzir. No meu caso não foi necessário mais do que a primeira audição pra ter a certeza que eu seria pego. Paro de embromation:
Marcela Bellas Baianíssima, o primeiro disco é bacanérrimo (tá disponível pra download legal, aí na página dela) e tem letras e arranjos que grudam. Deixo um vídeo do youtube de uma das que “me gustan mucho”. - Me leve
Hindi Zahra Marroquina de nascimento, francesa de logradouro e surpreendente de estilo e voz, penso que fará parte daquelas listas 10+ alguma coisa, e eu incluiria aí: + que te surpreenderam com um arroubo. - Beautiful Tango (tem o clip oficial, mas sugiro esse “pockt soul show” pra traduzir um pouco da magia que me seduziu!
Bem, tirem suas próprias notas musicais! Espero que tenham gostado.
PS.: O sono parece que vem chegando, ainda que vindo em cima de uma tartaruga.
Imagem tirada do site iStochphoto
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Porque eu “tuito”

Bem,
Quando descobri o Twitter (imediatamente após seu lançamento), fiquei fascinado com a possibilidade de puder sintetizar pensamentos/ações em 140 palavras. O Twitter evoluiu, os amigos foram chegando e as funcionalidades aumentando, etc. Hoje “meu” Twitter é um grande agregador de informações, sobretudo de cunho mais “acadêmico/profissional”, ainda que me permita alguns luxos e besteiras de vez em quando.
Não sou do tipo “estrito” que somente “tuita” coisas “sérias”. Não quero automatizar minha vida. Sigo alguns famosos, e não me sinto culpado por isso, e algumas vezes dou uma bela viajada…
Minha intenção na verdade é fazer uma pequena reflexão sobre um fenômeno que venho observando: a “gincanização” do Twitter!
Como em toda rede social, o Twitter tem o princípio da interação, inclusive muitos do que sigo falam em colaboração, em compartilhamento, etc. Mas, às vezes, tenho uma sensação estranha ao abrir o TweetDeck, pois dá pra ver que às 8h da manhã (hora local minha), muitos já haviam “tuitado” um montão de mensagens, lotando a coluna principal (e não me refiro às pessoas que se encontram fora do meu fuso). E nem sigo tanta gente assim, um pouco mais de 100 pessoas, das quais algumas tem uma frequência de “tuitadas” muito baixa. E outros tantos são os que “tuitam” diariamente e quase que freneticamente.
Quando me refiro ao termo “gincanização” (me perdoem os puristas, linguistas e outros istas qualquer, se a palavra ainda não existe, eu a cunho agora e para sempre!), o que estou querendo dizer (em alto e bom som) é que parece haver uma disputa interna (ainda que velada), entre alguns “tuiters” para ver quem “tuita” mais, quem tem mais informação pra dar, quem tem a notícia mais fresquinha, etc. Assemelha-se a uma grande competição de quem vai chegar primeiro (não sei onde); de quem acorda mais cedo pra “tuitar”; quem nunca dorme pra seguir “tuitando”; enfim um monte de mensagens diárias, que muitas vezes revelam muito mais do que as opiniões e notícias contidas.
Não que me incomoda o fato de alguém passar o dia “tuitando” (na grande maioria tem sido de uma utilidade ímpar para mim) ou que demonstre o quanto elas são “especiais” por estarem no Olimpo do conhecimento ou na vanguarda, lá em Marte (ou como diria em minha terra… não me incomoda o fato delas se acharem “a bala que matou Lampião”!). Não é isso! O que me assusta é a vaidade e o egocentrismo exposto à última potência. Elas quase nunca re-“tuitam” nada, e quando o fazem é somente para não ficar “mal na foto” com seu séquito. Sim, vejo que há gente que tem trilhões de seguidos/seguidores, mas só se comunica com o seu “mundo de Alice”.
E elas nunca, nunca, nunca…. vão re-“tuitar” os reles mortais, e sabe por quê? Porque nós nunca vamos estar à altura de alcançar o “statu quo” de arautos da sapiência!
Para mim é uma grande pena perder a oportunidade de partilhar com outras pessoas que tem alguma coisa a dizer, por mais “pop” e empírico que possa soar. Não adianta levantar bandeiras, retórica, falsa modéstia, etc., quando já se pode ver de cada vez de mais longe, a chama da “fogueira das vaidades”!
Eu “tuito” (ainda que para muitos, coisas banais) e não faço do meu Twitter uma camisa de força, porque o quero busco é que esse espaço me dê prazer pra expressar o que quer que seja. E se o penso como rede social, acho que cabe um pouco de ”tudo ao mesmo tempo, agora”.
Re-“tuito” porque vejo coisas interessantes chegando a mim e que tem me ajudado a entender muitas questões: pessoais, profissionais, emocionais, sentimentais, etc., e compreendo que poderiam também ajudar outras pessoas, ainda que não sei se elas as aproveitam como eu.
E, por fim, muito mais que me re-“tuitem”, espero uma simples M ou mesmo uma DM, o que me asseguram um sorriso com “gostinho” de felicidade.
É isso!
PS: A imagem foi retirada a partir da sugestão do Google Imagen. Não posso assegurar sua fonte original e consequentemente seu copyleft, assim que se alguém se sentir lesado pelo seu uso indevido, por favor me avise para que eu possa retirá-la imediatamente.




